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MONSTRACTOR – Thrash Metal singular

dezembro 6, 2016 7:30 pm by: A+ / A-

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Mantenho contato com o Christian desde os tempos que ele tinha outra banda, Expantor, acompanhei o fim desta e nascimento do Monstractor. Seu debut álbum foi gentilmente cedido para nosso crivo e pode ser lido o review na seção de reviews. “Recycling Thrash” é um ótimo álbum e com certeza agrada qualquer um que ouse afirmar ser um thrasher. Aproveitamos que a banda já pensa em lançar seu segundo álbum e extraímos algumas ponderações do seu baixista e vocalista.

1 – “O Monstractor explora uma forma própria de fazer Thrash Metal, logicamente com guitarras pesadas, riffs certeiros e rápidos, com passagens cadenciadas e vocais que mesclam do Rock’n Roll ao Death Metal, mas com uma pegada e personalidade únicas.” Eis uma bela descrição do que o Monstractor que passar através da sua música, mas ainda assim gostaria que você dissecasse ainda mais, uma autópsia mais completa kkkk.

Christian Klein – Pra “dissecar” isso, é mais fácil que dissecar um sapo. É simples, nossas influências se unem autenticamente e despretensiosamente, isso faz as composições tomarem essa forma descrita, e acaba por dar a identidade que acreditamos ser própria, apesar dessas influências. É meio que um ciclo natural.

2 – O que do Expantor foi incorporado ao Monstactor?

Christian – Absolutamente nada fora a música “The Brood”, a qual ainda mudei a letra. Mas eu quis regravá-la apenas a critério de homenagear meus antigos parceiros de banda e as pessoas que apoiam meu trabalho desde aqueles tempos.

3 – Antes de efetivamente ter algum material físico vocês produziram e gravaram oito músicas, as quais foram divulgadas nas redes sociais. A receptividade foi satisfatória? Pelo visto sim já que não muito tempo depois a Monstractor partiu para a gravação do seu debut álbum.

Christian – Sim. Inicialmente começamos a gravar nós mesmos e jogar no YouTube e Facebook. O retorno foi inesperado, vários convites pra shows, e as pessoas apoiando bastante a evolução da banda. Foi um grande empurrão em relação à decisão de gravar mais a sério, é levar as coisas com um olhar mais profissional.

4 – E ainda há gente no nosso meio que critica kkkk, o trem da História passa e muitos ainda ficam para trás. Mas enfim, eu percebi o incremento da atividade da banda com o agendamento de muitos shows. Então há uma tomada de decisão, partir para gravar um álbum e com mais musicas no repertório. Conte-nos o processo de escolha do track list, se mudaram muito as que já tinham gravado, em suma como ocorreu todo o processo que se não estou enganado foi semelhante ao parto de um elefante kkkk – durou um ano e tanto.

Christian – Huhhuhahuh bem por aí Bom, quando resolvemos gravar de verdade, já tínhamos umas dezoito músicas. A escolha foi simples, a gente foi escolhendo as que gostávamos mais de tocar. E realmente foi trabalhoso gravar essas doze escolhas, pois tínhamos que viajar pra SP a cada sessão de estúdio com os devidos instrumentos, e ficar no mínimo três dias “internados” no estúdio em trabalho intenso de gravação e produção, com isso parávamos nossas vidas, trabalho etc. o que não foi nada fácil de dar conta. Mas foi necessário e valeu a pena. Temos muito orgulho desse trabalho, superação e força de vontade que tivemos ao encarar tudo isso por nossa própria conta e risco. Era um objetivo muito pessoal.

5 – E a escolha do estúdio? Porque o do Marcelo Pompeu e Heros Trench? E já estava engatilhado o “Recycling Thrash” ser lançado pela Die Hard?

Christian – A escolha do estúdio foi minha. Sempre acompanhei o Korzus, e além disso, os trabalhos de produção do Pompeu e Heros são referência no país e fora. Quando conversei com o Pompeu e ele topou a produção fiquei satisfeito, pois estava colocando nosso trabalho nas mãos de caras aos quais eu já admirava, e headbangers que saberiam captar nossas necessidades. A Die Hard foi uma surpresa, o contato foi feito em um momento crucial, onde não tínhamos ideia de como lançar, e alguns selos oferecendo propostas. A. Die Hard é uma gravadora que lançou muita coisa que curto, então acabou sendo uma honra integrar o cast do selo.

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6 – Verdade o que você disse acima, mas mudando de assunto e sua veia artística como tatuador meu camarada, quando começou isto? Há alguma conexão deste lado com o fato de você ser headbanger, tocar numa banda de Metal?

Christian – O fato de eu ser tatuador acaba sendo sim um pouco por conta de ser banger, mas apenas por conta de um fator cultural mesmo. As duas atividades são contra cultura, pelo menos na época era, as duas pegadas eram mal quistas pela sociedade, e o encontro entre as duas foi inevitável, por eu estar sempre em shows e convenções, são duas coisas que se misturam entre as personalidades das pessoas entusiastas das mesmas. E particularmente são duas das coisas que mais gosto de fazer na vida, desenhar e fazer música… Então. Uma coisa puxou a outra sim.

7 – Acredito que a Monstractor já esteja com algumas musicas novas engatilhadas e com planos correto?

Christian – Sim, as músicas estão prontas já faz um tempo, no momento estamos gravando, a previsão de lançamento é meados de 2017.

8 – Opa, o que deste novo álbum então você poderia nos adiantar sobre este novo álbum: titulo track list, produtores. Enfim nos dê este furo de reportagem kkkk.

O que posso adiantar, é que a temática será mantida até certo ponto, o som terá uma métrica mais trabalhada que o primeiro álbum, explorando mais refrões e temas mais intensos. Sobre a produção ainda não podemos divulgar muita coisa, pois está em andamento ainda e queremos alguns dos nomes envolvidos no projeto até sua conclusão, portanto, os créditos só vão aparecer no final mesmo pra não sermos injustos. O nome do disco será “Monstractor Against All”. Inicialmente nove faixas. E a capa já está a cargo do artista gráfico Leandro Novo, que dará sequência à criação da primeira.

9 – “Segredo é alma do negócio” seguistes o ditado popular hein camarada? Mas tudo bem o entendo perfeitamente. A Die Hard continua como a gravadora da banda?

Christian – Isso ainda não foi definido ainda, nem conversado.

10 – Acredito que nossos visitantes puderam conhecer um pouco da sua pessoa e da tua fudida banda, deixo o metalbrother à vontade para mandar sua mensagem final.

Christian – Antes de qualquer coisa, gostaria de agradecer a você Jaime, que sempre se manteve ajudando e participando efetivamente da cena. Lembro-me de você e do MetalVox desde meus primórdios com o Expantor, e só tenho a agradecer pela sua dedicação e oportunidades que cede às bandas as ajudando a projetar seus trabalhos. És um exemplo a ser seguido. Pra finalizar, eu gostaria de agradecer às pessoas pelo interesse no Monstractor, que tem sido muito bacana e gratificante. Espero que continuem curtindo nosso trampo e acompanhando nossa luta. Na verdade é o público e esse feedback que nos dá forças e incentivo. No mais… Vamos contra tudo e todos em direção ao que acreditamos. Até mais ver! E obrigado! Monstractor… Roll out!!!

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Por: Jaime “TheMetalVox” Amorim

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